No circo, o homem pinta a cara
e faz piruetas para o povo sorrir;
no palco, o homem, num ato cênico,
teatraliza o real para o povo se divertir;
no palanque, o homem, num ato cínico,
realiza, teatral, o seu projeto pessoal,
com a cara lisa e o bolso cheio de real alheio;
e ao povo enganado, nem pão nem circo...
Fonte: Poema no ônibus POA/RS
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
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